segunda-feira, 24 de junho de 2013

A Contribuição da Internet no Processo de Escolarização

- Segundo Moran... ‘’A Internet está trazendo inúmeras possibilidades de pesquisa para professores e alunos, dentro e fora da sala de aula. A facilidade de, digitando duas ou três palavras nos serviços de busca, encontrar múltiplas respostas para qualquer tema é uma facilidade deslumbrante, impossível de ser imaginada há bem pouco tempo. Isso traz grandes vantagens e também alguns problemas.’’
   
  A partir deste trecho retirado do texto ‘'Como utilizar a Internet na educação’' de Moran, podemos perceber que a internet contribui de várias formas no processo de escolarização. Segundo ele a internet cria possibilidades e pode trazer grande contribuição desde a pré-escola se utilizada de forma correta por professores e pais também, afinal a educação principalmente no início do ciclo escolar começa em casa.

  Hoje com a globalização a maioria das pessoas tem fácil acesso as tecnologias, seja na escola, no trabalho ou em casa, com isso cria-se inúmeras possibilidades de aprendizagem, podemos utilizar sites mesmo que não sejam educativos para ensinar, há pessoas que prefiram um ensino à distância para facilitar o seu processo educativo, independentemente do pesquisado, através das redes temos que saber filtrar o conteúdo a ser ensinado e aprendido.

  A internet facilita a vida de educadores e alunos, a comunicação muitas vezes torna-se mais acessível. É possível atingir um maior nível de interatividade e uma maior integração entre os vários elementos das novas tecnologias, e usando todas essas possibilidades a favor da educação conseguiremos construir uma educação de qualidade em qualquer fase do processo.

  Separamos alguns artigos que provam que com a internet podemos nos conectar e interagir com o mundo, na educação é extremamente necessário essa interação para que possamos aprender através das possibilidades e dos conhecimentos dos demais. Os artigos a seguir foram retirados de diversos sites e provam através de pesquisas cientificas que a internet é extremamente benéfica no processo de escolarização.



Como utilizar a Internet na educação
José Manuel Moran

Resumo
Relato e análise de experiências pessoais e institucionais que utilizam a Internet na educação presencial como pesquisa, apoio ao ensino e como comunicação. Avalia os avanços e problemas que estão acontecendo atualmente e mostra que a Internet é mais eficaz, quando está inserida em processos de ensino-aprendizagem e de comunicação que integram as dimensões pessoais, as comunitárias e as tecnológicas. 

Ao longo de seu texto Moran tratar de vários fatores relacionados a internet que podem auxiliar no processo de escolarização.



A internet vai à escola: domínio e apropriação de ferramentas culturais
Marcelo Giordan
Universidade de São Paulo

Resumo
O objetivo deste artigo é descrever e analisar o processo de introdução da internet em uma comunidade escolar, e verificar como o domínio e a apropriação da ferramenta cultural e os propósitos da ação mediada condicionam esse processo. A partir da descrição e análise desse processo, identificam-se os elementos condicionantes do domínio e da apropriação das ferramentas culturais, tendo como suposto o conceito de ambientes telemáticos. Definem-se ambientes da internet a partir do conceito de ferramenta cultural e das propriedades da ação mediada.
Descreve-se a introdução da internet em uma escola no curso de um programa de formação continuada, de onde se obtêm evidências da determinação dos propósitos e das formas de uso da ferramenta cultural pelos agentes sobre os processos de elaboração de significados, e de apropriação do correio eletrônico pelos professores e pela instituição. Analisam-se as modalidades discursivas observadas nos diálogos para explicar as ações internas e externas realizadas pelos professores, a partir das quais se discute a interação entre a estrutura discursiva e a estrutura das ações mediadas, bem como as funções do diálogo e da ferramenta cultural na elaboração de significados. Apresentam-se razões para se realizarem programas de formação continuada sobre o uso da internet, no interior da escola, justificadas pelas transformações observadas na ambiência de ensino e aprendizagem.


A Internet como nova mídia na educação
Paulo Sérgio Garcia

RESUMO

Este artigo procura contextualizar internet como uma nova mídia na educação. Primeiramente, mostra o surgimento da Internet no
cenário mundial e no Brasil. Depois, discute o uso pedagógico da rede enfatizando as formas de utilização na prática pedagógica. O
artigo aponta, ainda, as ferramentas da internet e como as mesmas podem ser utilizadas no processo de ensino-aprendizagem.


ENSINO E APRENDIZAGEM INOVADORES COM TECNOLOGIAS
José Manuel Moran

Resumo

Este artigo analisa como introduzir a Internet na Educação como uma nova mídia para a educação presencial e a distância. Focaliza principalmente o papel do professor como mediador, utilizando as novas tecnologias de forma mais participativa, trabalhando com projetos colaborativos e equilibarndo o presencial e o virtual e suas possibilidades.


A internet na escola fundamental: sondagem de modos de uso por professores
Gilberto Lacerda Santos
Universidade de Brasília


RESUMO
Esta investigação objetiva o esclarecimento de modalidades de uso da internet em situações de ensino fundamental, em escolas das redes pública e particular do Distrito Federal. Trata-se de uma pesquisa que empregou leitura qualitativa de dados quantitativos em que, por meio de questionários, entrevistas e observações diretas, abordamos a atuação de vinte professores para explicitar de que forma os conteúdos disponibilizados por meio da internet estão sendo apreendidos e trabalhados em sala de aula, o tipo de navegação nos hipertextos eletrônicos que tem sido proposto aos alunos e uma tipologia de modalidades de uso da internet na educação.
Os dados indicam que há quatro modalidades de navegação (aleatória e linear; orientada e problematizada; por meio de pedagogia de projetos e por meio de abordagens de construção de hipertextos). Indicam também que os professores são capazes de avançar em uma utilização mais interessante da internet como meio de ensino e de aprendizagem e que a escola, com seu ritmo e ritos, constitui uma amarra importante. Sem dúvida, há um clamor geral pela mudança. Se os alunos sentem-se pouco à vontade com a forma e o hermetismo com que as relações educativas vêm sendo conduzidas, o que é traduzido na prática por um desinteresse sistemático pela escola, o mesmo parece acontecer com os professores, sobretudo quando eles são cobrados por gestores, pais, alunos e teóricos da educação para assumirem posturas docentes para as quais eles não foram preparados.

http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/8269

A influência da Internet no processo ensino-aprendizagem da leitura e da escrita

Evanice Ramos Lima Barreto

Resumo

A Internet constitui um dos grandes avanços da comunicação humana. Através dela, é possível o contato com uma infinidade de informações, veiculadas pelos mais diversos gêneros de texto. Por isso, sendo um dos meios de comunicação que mais se expandiu no mundo, a Internet se apresenta como uma ferramenta indispensável no ensino-aprendizagem da leitura e da escrita. Partindo desse pressuposto, o presente trabalho pretende apresentar os resultados de um estudo que tem por objetivo investigar, à luz dos pressupostos empreendidos por Soares (1998) e Dionísio (2005), qual o “lugar” da Internet no processo de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita, bem como até que ponto ela interfere de forma positiva e/ou negativa nesse processo. Para tanto, foram aplicados questionários a professores e alunos do Ensino Médio. A partir da análise dos dados, pretende-se verificar como a sobrecarga de informações, bem como o uso inadequado da Internet podem trazer implicações para o desenvolvimento dessas atividades.

Contudo isso, pudemos concluir que a internet apresenta-se de forma atraente, principalmente no inicio do processo escolar onde os alunos tem maior curiosidade de saber pra que servem tais ferramentas, no entanto é necessário que o educador tenha ciência de que esta tecnologia é só mais um apoio dentro e fora de sala de aula, e que será a partir do seu conhecimento e entendimento de necessidades que ele poderá educar com qualidade.

Bianca Devecchi     RA: 913107943
Débora Ap. Perri     RA: 913124152
Veruska Rodrigues  RA: 913122223

Mídia TV na Educação



As escolas consideram a educação apenas o que se resulta em um processo de ensino-aprendizagem, que é baseado na lógica da escrita, onde os alunos são limitados a aprender somente conteúdos programáticos que na maioria das vezes já estão ultrapassados.

Os educadores precisam enfrentar o desafio do ensino e do conhecimento através da linguagem audiovisual. Os livros e a linguagem escrita, entretanto não acompanham a atualidade como a televisão que esta sempre inovando nas programações e fornecem classificações indicativas para cada conteúdo que é apresentado, porém cabe ao professor fazer uma seleção dos conteúdos que serão apresentados, focando na idade dos alunos.


A escola precisa aprender a trabalhar com as novas sensibilidades dos alunos.
A televisão também pode ser utilizada como uma fonte de educação. É como se a televisão atingisse diretamente nos sentidos, as emoções, diferentemente do que acontece na linguagem verbal e escrita. Porém a escrita e os livros sempre serão importantes, pois são os primeiros passos para a alfabetização.

Hoje, para crianças e jovens, o que se aprende na televisão tem sido cada vez mais importante e interessante do que aquilo que se aprende na escola.

É preciso parar de encarar a televisão como suspeita e como inimiga, somente pelo fato de ela ser divertida, afinal, o que é divertido também pode educar!


Bianca Oliveira R.A 913116327
Gabriella Assumpção R.A. 913101252
Telma Aparecida R.A 913117813

Cyberbullying isso tem que parar!!!


Muitas pessoas acham que estão protegidas por estarem atrás de uma tela de computador e, por isso, podem praticar o cyberbullying sem arcar com as consequências. Elas estão erradas!
Com o avanço tecnológico e as ferramentas certas, muitos bullies estão sendo descobertos e, incriminados. Sim, bullying e cyberbullying são crimes!O  Dr. Victor Auilo Haikal, advogado especialista em Direito Digital, aconselha quem sofre cyberbullying a guardar e-mails, fazer prints de tela e salvar páginas da internet que contenham ofensas ou vestígios de que houve alguma atividade criminosa.
Em seguida, é necessário contatar a  Delegacia de Polícia Civil mais próxima  para que sejam tomadas as providências adequadas.
SUPERAÇÃO
Diversas blogueiras, superqueridas pelo público, também já sofreram nas mãos de outras pessoas maldosas. Confira os depoimentos abaixo e saiba de que forma elas superaram as críticas e os julgamentos dos bullies:
Lia Camargo – Blogueira do Just Lia
Os tempos de colégio podem ser difíceis se você der mais atenção ao bullying do que aos momentos felizes na companhia dos amigos verdadeiros. Tenha sempre o foco em coisas que você gosta, pois coisas boas atraem mais coisas boas! Muitos bullies nem sabem a gravidade daquilo que estão fazendo e das marcas que podem deixar. Hoje tenho ex-bullie que lê meu blog e me acha o máximo. Quem sabe se ele tivesse concentrado as energias em coisas legais também poderia ser uma pessoa admirável hoje, né?!
Lu Ferreira – Blogueira do Chata de Galocha
Era gordinha e zoada no colégio por conta disso. Os apelidos eram tipo Bola Sete, Baleia Assassina, coisa de criança, mas que machucava, viu? Na adolescência fiz dieta, emagreci e aprendi que tenho que me alimentar bem para ter o corpo que quero. Hoje posto meus looks do dia e makes favoritas no blog sem medo nenhum,estou 100% feliz com minha imagem!
Lele Pompeu – Blogueira do Lele Pompeu
Usava óculos e aparelho, passei a usar lente, tirei o aparelho, meu sorriso ficou incrível e quem falava de mim, acabou me admirando e vendo que minha beleza ia além desses acessórios. Tanto um quanto o outro fizeram o bem para mim, tanto é que hoje uma das coisas que mais gosto em mim é o meu sorriso e aprendi a me adaptar com as lentes de contato.
Victoria Siqueira – Blogueira do Borboletando Quando eu tinha uns 14 anos, um menino que gostava de mim ficou super bravo por eu não querer nada com ele. Ele se uniu a uma menina da minha sala que odiava o fato de eu ser mais popular que ela na escola. Eles passaram a inventar boatos pesadíssimos sobre mim. Com isso, quase toda a escola, e até professores, ficaram contra mim. Era terrível ter que ir para escola e ficar isolada, ou andar pela escola e ser xingada. No ano seguinte, troquei de colégio e nunca mais tive notícia deles. Uns 6 anos depois, quando começou a febre do Orkut, o tal menino me adicionou e quis pedir desculpas. Até saímos para jantar e conversar um tempo depois.
Outro exemplo de superação é a diva Demi Lovato (a Julia é superfã dela!). Ela é uma das artistas mais engajadas no combate a esse tipo de violência, pois, quando era mais nova, Demi recebeu críticas super duras por estar um pouco acima do peso “Eles me chamavam de prostituta e diziam que eu era gorda e feia. Eu não deveria ter escutado, mas eu levava isso para o coração e doeu. Pensei que talvez eu não tivesse amigos, porque eu era muito gorda“.
Foi quando Demi começou a ter problemas com doenças relacionadas à alimentação e passou a se automutilar.
Em uma entrevista, Demi contou que “algumas pessoas me procuram para dizer que foram testemunhas de bullying. [...] Acho terrível as crianças terem que passar por isso. Eu tenho uma irmã pequena numa escola particular e não gostaria que ela sofresse isso, realmente fico preocupada“.
Depois dessa época turbulenta em sua vida, Demi passou por um período de rehab e começou a se aceitar. Atualmente a diva diz que sua “vingança” contra as pessoas que a maltrataram é ajudar aqueles que ainda sofrem com qualquer tipo de crítica e preconceito.
STAY STRONG! Recado da redação
Algumas meninas da redação online da toda teen mandaram um recadinho direto pra Ju 
Mayara Silva – Ju, quando eu tinha a sua idade todas as minhas amigas já tinham peito e usavam sutiã, mas eu era completamente reta. Viviam falando que eu parecia um menininho, enquanto elas já eram mocinhas. Mas quer saber? Hoje eu tenho 19 anos, e junto com a idade chegaram os tão sonhados seios. Cada corpo tem um tempo diferente e a gente precisa saber aceitar e esperar! Gente para falar mal sempre vai ter, mas o que importa é saber quem a gente é de verdade! Um beijo!
Melissa Marques – Sempre fui muito tímida e por isso, as pessoas me tachavam de metida. Resultado: sempre tive poucos amigos e não conseguia “socializar” como as outras meninas. Enquanto isso, passei a escrever para desabafar: eram diários, blogs e agendas que contavam o meu dia a dia e a “luta” que eram para me fazer ser ouvida. Encontrei nas palavras uma profissão, que me preenche e ainda me dá a oportunidade de ajudar outras meninas que, como eu, não se encaixam de alguma forma. Minha dica para você, Ju, é a seguinte: pegue tudo isso e transforme em algo bom para a sua vida.
Ludmylla Rocha - Ju, que coisa complicada, né? As pessoas às vezes são maldosas e na internet e, por se acharem invisíveis, podem mostrar isso da maneira mais cruel. Mas acredite: TODAS nós já sofremos com alguma zoação que acaba afetando a gente. No meu caso, foram várias: óculos, aparelho, pelos do braço. Enfim, todo dia uma coisa nova. Com o tempo você vai descobrir que ninguém é perfeito e talvez essa maldade seja só uma tentativa de colocar no outro o “defeito” que tentamos esconder na gente, sabe? Portanto, tenha confiança em você e em todo o seu potencial, afinal, pode não parecer, mas tudo isso vai passar.
Julia Dantas - Ju, na sua idade também sofri cyberbullying! Eu tinha um blog muito acessado e as pessoas acabavam me julgando. Além disso, era bem magricela e fugia dos padrões de beleza, então era nesse ponto que o pessoal atacava da forma mais baixa possível. Sei como é ler esses comentários e como a gente tem a tendência de olhar mais os que nos atacam do que os que nos defendem, mas pense: ficou feio pra quem nessa história? Você é linda, garota, e daqui algum tempo, enquanto os outros sentirão vergonha, você vai perceber quanto isso te fez mais forte. Força, sua linda!
Enquanto as críticas de alguns afetavam Julia, diversas páginas de apoio foram criadas por usuários da rede social, algumas delas chegam a quase 13.000 likes até a publicação desse post.
É isso, pessoal! Não podemos deixar impunes aqueles que fazem esse tipo de brincadeira (que não tem a menor graça) e que acabam humilhando a nós, nossos familiares e amigos. O bullying tem que acabar e tt está junto com vocês nessa luta! 


O cyberbullying é crime, e quem os comete tem que pagar por ele!!!


DAYENE DONÁ SIMON RA: 313103771
THAINÁ BRUNO RA: 913120815




O tema Mídia na Educação é um tema de muito agrado pra ser falado e desenvolvido, por isso o nosso grupo deixa a vocês esses links para aos que assim como nós gostamos do assunto, possam assisti-los e agregar mais conhecimento sobre o tema.

Grupo: Nomes: Emanuelly Sobral RA: 913116097, Jaqueline Marveis RA: 913117481, Karen Fernandes RA: 413106909, Queli De Oliveira RA: 913106060


Mídia e Educação - O Uso das Mídias na Sala de Aula

http://www.youtube.com/watch?v=v4WkMigs2pw

A Educação e as novas tecnologias


Tecnologia & Educação


A importância da tecnologia na educação


Importância, vantagens e desvantagens das tecnologias na educação

Cyberbullying: Jovens sendo agredidos nas redes sociais!


Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais
cruel que o bullying tradicional.

- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando
as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da
escola. Agora é o tempo todo.

- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular

- e muitas vezes se expõem mais do que devem.

- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o
que aumenta a sensação de impotência.

Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social
criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos
suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa
e rezei para que meu cabelo crescesse depressa."
Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente
(veja as ilustrações ao longo da reportagem). A mensagem maldosa pode ser encaminhada
por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo
vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O
grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca
Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento
Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele
chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de
violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista
em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de
atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos.

Vencendo o Cyberbullying




O que é cyberbullying? O que você deve fazer se for vítima de cyberbullying? Como você pode ajudar alguém que está sofrendo cyberbullying?
Este livro é parte da Coleção PROBLEMAS DA VIDA REAL, que ajuda jovens leitores a lidar com diferentes e difíceis situações que possam vir a enfrentar ou presenciar. Cada título da coleção contém quadros informativos, estudos de caso, indicação de sites e livros.

Dayene Doná RA: 313103771
Thainá Bruno  RA:   913120815   


A importância de utilizar as mídias na educação

As ferramentas de mídia podem elevar os métodos de ensino a um outro patamar, muito mais eficaz


O uso do computador e da internet como ferramentas de mídia na escola
Com a tecnologia a todo vapor, passamos a ter algumas alternativas interessantes para a dinâmica do ensino nas escolas. A sala de aula que antes se resumia a alunos, professores, quadro, giz, mesas e cadeiras pode agora contar com novos elementos de multimídia.

A internet é uma ferramenta que permite inúmeras possibilidades de tornar a didática mais envolvente e assimilativa. Ela contém mecanismos que contribuem para captar a atenção do aluno de uma forma mais aguda e consequentemente aumentar as chances de um aprendizado de sucesso.

Compete às escolas e aos profissionais da área usufruírem desses avanços tecnológicos, visando melhorar cada vez mais o ensino do país. Eles são os agentes de transmissão de conhecimento, é o dever deles estarem por dentro dessas novas alternativas de complementar o ensino.

Obviamente o trabalho ortodoxo de ensino, à base de quadro e giz, continua com um grande valor. Mas, a linguagem audiovisual, proporcionada pelas mídias, só vem a colaborar com os métodos pedagógicos.
Per Christian Braathen é professor do Curso Mídias na Educação, elaborado pelo CPT – Centro de Produções Técnicas, e apresenta nesse curso as mídias que, além de entreter, divertir e informar, podem educar os alunos, se usadas corretamente. É necessário que o professor as conheça e consiga aplicá-las na sala de aula, dominando as técnicas de uso.

Tipos de mídias

Os tipos de mídia são basicamente três: digital, eletrônica e a impressa. Vamos falar um pouco mais sobre cada uma:

Mídia digital: É baseada em tecnologia digital como a internet, os programas educacionais e os jogos de computador. Recentemente a TV digital adentrou a essa classe, tendo como principal característica a interatividade. Nessa categoria, o usuário pode filtrar as informações, visualizando apenas as que o agradam e pode enviar as suas próprias. É uma via de mão dupla, você recebe mas também pode fornecer conteúdo informativo.

Mídia eletrônica: Nessa categoria, enquadram-se a televisão, o rádio e o cinema, que se configuram como formas de comunicação unidirecional, ou seja, apenas passam informações e não permitem a interação com quem as está acompanhando. É o caso também dos DVDs e dos recursos audiovisuais.

Mídia impressa: É o formato de mídia mais antigo, é composta por elementos como jornais, revistas, mala-direta, fôlderes e catálogos. Resumindo, é todo tipo de material impresso que visa comunicar algo.

 Crianças fazendo uso da internet na sala de aula
Uso da internet no intuito de educar
O emaranhado de informações contidas na internet ao mesmo tempo que pode disseminar um rico conhecimento, pode transmitir também informações inverossímeis. Dessa forma, pelo fato da internet ser uma ferramenta extremamente abrangente, o seu uso requer orientação.

A filtragem de informações deve ser estratégica. Antes de considerar um conteúdo como viável de ser usado, pesquise em mais fontes. Sempre busque fontes com boa procedência e que sejam reconhecidas. Evite perder tempo com dados repetidos, banalidades, publicidade e coisas inúteis.
Como ferramentas interessantes para serem usadas na educação, podemos citar:
* Correio eletrônico (e-mail)
* Espaços de interação e discussão (Fóruns)
* Locais de conversa (Chats)
* Blogs
* Ferramentas colaborativas
* World Wide Web – navegação livre na internet
Com o suporte dessas ferramentas, o professor terá condição para desenvolver diversas formas de aprimorar a sua didática e consequentemente a aprendizagem dos alunos. Por exemplo:
* Auxílio à pesquisa e ao desenvolvimento profissional dos professores
* Recurso educacional para uma aprendizagem mais motivadora e abrangente
* Comunicação
* Realização de projetos em atividades compartilhadas
* Transmissão de conteúdos (apresentação de conteúdos e estímulo à interação)

Podemos notar que essas aplicações contribuem para melhorar a capacidade de professores e alunos de encontrar e associar informações, trabalhar em grupo e comunicar cada vez mais, de forma adequada.
A busca pela melhora da educação perpassa diretamente pela inclusão da tecnologia aos meios tradicionais de ensino. Procurem saber melhor as formas que possibilitam esses avanços.
Por: Victor Monteiro
Leia também outros artigos relacionados ao assunto:


Leia mais: http://www.cpt.com.br/cursos-metodologia-de-ensino/artigos/a-importancia-de-utilizar-as-midias-na-educacao2#ixzz2X9PmDVEY



Grupo: Emanuelly Sobral RA: 913116097, Jaqueline Marveis RA: 913117481,
 Karen Fernandes RA: 413106909, Queli De Oliveira RA: 913106060

Mídias na Educação




“A simples introdução dos meios e das tecnologias na escola pode ser a forma mais enganosa de ocultar seus problemas de fundo sob a égide da modernização tecnológica. O desafio é como inserir na escola um ecossistema comunicativo que contemple ao mesmo tempo: experiências culturais heterogêneas, o entorno das novas tecnologias da informação e da comunicação, além de configurar o espaço educacional como um lugar onde o processo de aprendizagem conserve seu encanto”.
Jesús Martín Barbero [1]

As mídias educam


Estamos deslumbrados com o computador e a Internet na escola e vamos deixando de lado a televisão e o vídeo, como se já estivessem ultrapassados, não fossem mais tão importantes ou como se já dominássemos suas linguagens e sua utilização na educação.
A televisão, o cinema e o vídeo, CD ou DVD - os meios de comunicação audiovisuais - desempenham, indiretamente, um papel educacional relevante. Passam-nos continuamente informações, interpretadas; mostram-nos modelos de comportamento, ensinam-nos linguagens coloquiais e multimídia e privilegiam alguns valores em detrimento de outros.
 A informação e a forma de ver o mundo predominantes no Brasil provêm fundamentalmente da televisão. Ela alimenta e atualiza o universo sensorial, afetivo e ético que crianças e jovens – e grande parte dos adultos - levam a para sala de aula. Como a TV o faz de forma mais despretensiosa e sedutora, é muito mais difícil para o educador contrapor uma visão mais crítica, um universo mais  mais abstrato, complexo e na contra-mão da maioria como a escola se propõe a fazer.
A TV fala da vida, do presente, dos problemas afetivos - a fala da escola é muito distante e intelectualizada - e fala de forma impactante e sedutora - a escola, em geral, é mais cansativa, concorda?. O que tentamos contrapor na sala de aula, de forma desorganizada e monótona, aos modelos consumistas vigentes, a televisão, o cinema, as revistas de variedades e muitas páginas da Internet o desfazem nas horas seguintes. Nós mesmos como educadores e telespectadores sentimos na pele a esquizofrenia das visões contraditórias de mundo e das narrativas (formas de contar) tão diferentes dos meios de comunicação e da escola.
Percebeu que na procura desesperada pela audiência imediata e fiel, os meios de comunicação desenvolvem estratégias e fórmulas de sedução mais e mais aperfeiçoadas: o ritmo alucinante das transmissões ao vivo, a linguagem concreta, plástica, visível?. Mexem com o emocional, com as nossas fantasias, desejos, instintos. Passam com incrível facilidade do real para o imaginário, aproximando-os em fórmulas integradoras, como nas telenovelas.
Em síntese, os Meios são interlocutores constantes e reconhecidos, porque competentes, da maioria da população, especialmente da infantil. Esse reconhecimento significa que os processos educacionais convencionais e formais como a escola não podem voltar as costas para os meios, para esta iconosfera tão atraente e, em conseqüência, tão eficiente. A maior parte do referencial do mundo de crianças e jovens provém da televisão. Ela fala da vida, do presente, dos problemas afetivos - a escola é muito distante e abstrata - e fala de forma viva e sedutora - a escola, em geral, é mais cansativa.
As crianças e jovens se acostumaram a se expressar de forma polivalente, utilizando a dramatização, o jogo, a paráfrase, o concreto, a imagem em movimento. A imagem mexe com o imediato, com o palpável. A escola desvaloriza a imagem e essas linguagens como negativas para o conhecimento. Ignora a televisão, o vídeo; exige somente o desenvolvimento da escrita e do raciocínio lógico. É fundamental que a criança aprenda a equilibrar o concreto e o abstrato, a passar da espacialidade e contigüidade visual para o raciocínio seqüencial da lógica falada e escrita. Não se trata de opor os meios de comunicação às técnicas convencionais de educação, mas de integrá-los, de aproximá-los para que a educação seja um processo completo, rico, estimulante. A escola precisa observar o que está acontecendo nos meios de comunicação e mostrá-lo na sala de aula, discutindo-o com os alunos, ajudando-os a que percebam os aspectos positivos e negativos das abordagens sobre cada assunto.
Precisamos, em conseqüência, estabelecer pontes efetivas entre educadores e meios de comunicação. Educar os educadores para que, junto com os seus alunos, compreendam melhor o fascinante processo de troca, de informação-ocultamento-sedução, os códigos polivalentes e suas mensagens. Educar para compreender melhor seu significado dentro da nossa sociedade, para ajudar na sua democratização, onde cada pessoa possa exercer integralmente a sua cidadania.
Em que níveis pode ser pensada a relação Comunicação, Meios de Comunicação e Escola? Entendemos que esta pode ser pensada em três níveis:
1.      organizacional
2.      de conteúdo
3.      comunicacional
no nível organizacional: uma escola mais participativa, menos centralizadora, menos autoritária, mais adaptada a cada indivíduo. Para isso, é importante comparar o nível do discurso - do que se diz ou se escreve - com a práxis - com as efetivas expressões de participação.
- no nível de conteúdo: uma escola que fale mais da vida, dos problemas que afligem os jovens. Tem que preparar para o futuro, estando sintonizada com o presente. É importante buscar nos meios de comunicação abordagens do quotidiano e incorporá-las criteriosamente nas aulas.
no nível comunicacional: conhecer e incorporar todas as linguagens e técnicas utilizadas pelo homem contemporâneo. Valorizar as linguagens audiovisuais, junto com as convencionais.
Tem-se enfatizado a questão do conhecimento como essencial para uma boa educação. É básico ajudar o educando a desenvolver sua(s) inteligência(s), a conhecer melhor o mundo que o rodeia. Por outro lado, fala-se da educação como desenvolvimento de habilidades: "Aprender a aprender", saber comparar, sintetizar, descrever, se expressar.
Desenvolver a inteligência, as habilidades e principalmente, as atitudes. Ajudar o educando a adotar atitudes positivas, para si mesmo e para os outros. Aqui reside o ponto crucial da educação: ajudar o educando a encontrar um eixo fundamental para a sua vida, a partir do qual possa interpretar o mundo (fenômenos de conhecimento), desenvolva habilidades específicas e tenha atitudes coerentes para a sua realização pessoal e social. [[Ver o capítulo A comunicação na educação do livro Mudanças na comunicação pessoal de José Manuel Moran, São Paulo, Paulinas, 2000, páginas, 155-166]].
A transmissão de informação é a tarefa mais fácil e onde as tecnologias podem ajudar o professor a facilitar o seu trabalho. Um simples CD-ROM contém toda a Enciclopédia Britânica, que também pode ser acessada on line pela Internet. O aluno nem precisa ir a escola para buscar as informações. Mas para interpretá-las, relacioná-las, hierarquizá-las, contextualizá-las, só as tecnologias não serão suficientes. O professor o ajudará a questionar, a procurar novos ângulos, a relativizar dados, a tirar conclusões.
Que outras contribuições as tecnologias podem dar ao professor? As tecnologias também ajudam a desenvolver habilidades, espaço-temporais, sinestésicas, criadoras. Mas o professor é fundamental para adequar cada habilidade a um determinado momento histórico e a cada situação de aprendizagem.
As tecnologias são pontes que abrem a sala de aula para o mundo, que representam, medeiam o nosso conhecimento do mundo. São diferentes formas de representação da realidade, de forma mais abstrata ou concreta, mais estática ou dinâmica, mais linear ou paralela, mas todas elas, combinadas, integradas, possibilitam uma melhor apreensão da realidade e o desenvolvimento de todas as potencialidades do educando, dos diferentes tipos de inteligência, habilidades e atitudes.
As tecnologias permitem mostrar várias formas de captar e mostrar o mesmo objeto, representando-o sob ângulos e meios diferentes: pelos movimentos, cenários, sons, integrando o racional e o afetivo, o dedutivo e o indutivo, o espaço e o tempo, o concreto e o abstrato.
A educação é um processo de construção da consciência crítica. Como então se dá esse processo? Essa construção começa com a problematização dos dados que nos chegam direta e indiretamente - através dos meios, por exemplo - recontextualizando-os numa perspectiva de conjunto, totalizante, coerente, um novo texto, uma nova síntese criadora. Essa síntese integra os dados tanto conceituais quanto sensíveis, tanto da realidade quanto da ficção, do presente e do passado, do político, econômico e cultural. Falamos assim, de uma educação para a comunicação. Uma educação que procura ajudar as pessoas individualmente e em grupo a realizar sínteses mais englobantes e coerentes, tomando como partida as expressões de troca que se dão na sociedade e na relação com cada pessoa; ajudar a entender uma parte dessa totalidade a partir da comunicação enquanto organização de trocas tanto ao nível interpessoal como coletivo.
A educação para a comunicação precisa da articulação de vários espaços educativos, mais ou menos formais: educação ao nível familiar, trabalhando a relação pais-filhos-comunicação, seja de forma esporádica ou em momentos privilegiados, em cursos específicos também. A relação comunicação-escola, uma relação difícil e problemática, mas absolutamente necessária para o enriquecimento de ambas, numa nova perspectiva pedagógica, mais rica e dinâmica. Comunicação na comunidade, analisando os meios de comunicação a partir da situação de uma determinada comunidade e interpretando concomitantemente os processos de comunicação dentro da comunidade. Educação para a comunicação é a busca de novos conteúdos, de novas relações, de novas formas de expressar esses conteúdos e essas relações.
A escola precisa exercitar as novas linguagens que sensibilizam e motivam os alunos, e também combinar pesquisas escritas com trabalhos de dramatização, de entrevista gravada, propondo formatos atuais como um programa de rádio uma reportagem para um jornal, um vídeo, onde for possível. A motivação dos alunos aumenta significativamente quando realizam pesquisas, onde se possam expressar em formato e códigos mais próximos da sua sensibilidade. Mesmo uma pesquisa escrita, se o aluno puder utilizar o computador, adquire uma nova dimensão e, fundamentalmente, não muda a proposta inicial.

Integrar as mídias na escola

Antes da criança chegar à escola, já passou por processos de educação importantes: pelo familiar e pela mídia eletrônica. No ambiente familiar, mais ou menos rico cultural e emocionalmente, a criança vai desenvolvendo as suas conexões cerebrais, os seus roteiros mentais, emocionais e suas linguagens. Os pais, principalmente a mãe, facilitam ou complicam, com suas atitudes e formas de comunicação mais ou menos maduras, o processo de aprender a aprender dos seus filhos.
A criança também é educada pela mídia, principalmente pela televisão. Aprende a informar-se, a conhecer - os outros, o mundo, a si mesmo - a sentir, a fantasiar, a relaxar, vendo, ouvindo, "tocando" as pessoas na tela, que lhe mostram como viver, ser feliz e infeliz, amar e odiar. A relação com a mídia eletrônica é prazerosa - ninguém obriga - é feita através da sedução, da emoção, da exploração sensorial, da narrativa - aprendemos vendo as estórias dos outros e as estórias que os outros nos contam.
Mesmo durante o período escolar a mídia mostra o mundo de outra forma - mais fácil, agradável, compacta - sem precisar fazer esforço. Ela fala do cotidiano, dos sentimentos, das novidades. A mídia continua educando como contraponto à educação convencional, educa enquanto estamos entretidos.
A educação escolar precisa compreender e incorporar mais as novas linguagens, desvendar os seus códigos, dominar as possibilidades de expressão e as possíveis manipulações. É importante educar para usos democráticos, mais progressistas e participativos das tecnologias, que facilitem a evolução dos indivíduos. O poder público pode propiciar o acesso de todos os alunos às tecnologias de comunicação como uma forma paliativa, mas necessária de oferecer melhores oportunidades aos pobres, e também para contrabalançar o poder dos grupos empresariais e neutralizar tentativas ou projetos autoritários.
Se a educação fundamental é feita pelos pais e pela mídia, urgem ações de apoio aos pais para que incentivem a aprendizagem dos filhos desde o começo das vidas deles, através do estímulo, das interações, do afeto. Quando a criança chega à escola, os processos fundamentais de aprendizagem já estão desenvolvidos de forma significativa. Urge também a educação para as mídias, para compreendê-las, criticá-las e utilizá-las da forma mais abrangente possível.
A educação para os meios começa com a sua incorporação na fase de alfabetização. Alfabetizar-se não consiste só em conscientizar os códigos da língua falada e escrita, mas dos códigos de todas as linguagens do homem atual e da sua interação. A criança, ao chegar à escola, já sabe ler histórias complexas, como uma telenovela, com mais de trinta personagens e cenários diferentes. Essas habilidades são praticamente ignoradas pela escola, que, no máximo, utiliza a imagem e a música como suporte para facilitar a compreensão da linguagem falada e escrita, mas não pelo seu intrínseco valor. As crianças precisam desenvolver mais conscientemente o conhecimento e prática da imagem fixa, em movimento, da imagem sonora ... e fazer isso parte do aprendizado central e não marginal. Aprender a ver mais abertamente, o que já estão acostumadas a ver, mas que não costumam perceber com mais profundidade (como os programas de televisão).
Antes de pensar em produzir programas específicos para as crianças, convém retomar, estabelecer pontos com os produtos culturais que lhes são familiares. Fazer re-leituras dos programas infantis, re-criação desses mesmos programas, elaboração de novos conteúdos a partir dos produtos conhecidos. Partir do que o rádio, jornal, revistas e televisão mostram para construir novos conhecimentos e desenvolver habilidades. Não perder a dimensão lúdica da televisão, dos computadores. A escola parece um desmancha-prazeres. Tudo o que as crianças adoram a escola detesta, questiona ou modifica. Primeiro deve-se valorizar o que é valorizado pelas crianças, depois procurar entendê-lo (os professores e os pais) do ponto de vista delas, crianças, para só mais tarde, propor interações novas com os produtos conhecidos. Depois podem-se exibir programas adaptados à sua sensibilidade e idade, programas que sigam o mesmo ritmo da televisão, mas que introduzam alguns conceitos específicos que, aos poucos, irão sendo incorporados.


Bibliografia: http://www.eca.usp.br/moran/midias_educ.htm

Grupo: Emanuelly Sobral RA: 913116097, Jaqueline Marveis RA: 913117481
Karen Fernandes RA: 413106909, Queli De Oliveira RA: 913106060